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Conheça os caminhões mais vendidos no primeiro semestre de 2018

Mercedes-Benz e Volkswagen garantiram a liderança em dois segmentos cada

 

Além da retomada do crescimento das vendas de caminhões e ônibus em 2018 em relação ao ano anterior, alguns caminhões se destacaram em relação aos seus concorrentes nos segmentos de semi-leves, leves, médios, semipesados e pesados. Confira abaixo os caminhões mais emplacados de cada segmento no primeiro semestre de 2018.

 

Semi-leves: Mercedes-Benz Sprinter 415 

 

Segundo os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), a Mercedes-Benz Sprinter 415 liderou o primeiro semestre de 2018 com um total de 788 unidades emplacadas, garantindo a montadora alemã uma participação de 36,93% no mercado de semi-leves.

 

Leves: Mercedes-Benz Accelo 1016 

 

Já no segmento leve, os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) também apontam a Mercedes-Benz como líder. Com um total de 847 emplacamentos no primeiro semestre de 20187, o Mercedes-Benz Accelo 1016 garantiu a montadora uma participação de 14,95%.

 

Médios: Volkswagen Delivery 11.180

 

No segmento de caminhões médios a liderança voltou a ser conquistada pela Volkswagen com o recém lançando Delivery 11.180. Segundo os dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) foram emplacadas 858 unidades do novo VW Delivery, garantindo a montadora uma participação de 32.66% no primeiro semestre de 2018.

 

Semipesados: Volkswagen 24.280

 

Já nos semipesados a liderança é incontestável há vários meses. O  Volkswagen Constellation 24.280 garantiu mais um semestre na liderança com 1.279 unidades emplacadas. Segundo a Fenabrave o número de emplacamentos garantiu a montadora uma participação de 16,84% no segmento.

 

Pesados: Scania R 440 

 

Líder incontestável à 16 meses no segmento de pesados, o Scania R 440 encerrou o primeiro semestre de 2018 com um total de 2.192 unidades emplacadas, segundo a Fenabrave. Com esse número a Scania garantiu uma participação de 15,32% no segmento.

 

FONTE: Blog Caminhões e Carretas

Garanta a segurança da sua carga

Seguros obrigatórios e facultativos cobrem danos diferentes

 

Quando se trata de seguro para cargas existe um obrigatório, o RCTR-C (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário de Cargas), previsto na Resolução ANTT 4.799/ 2015. Este seguro cobre os prejuízos de acidentes nos quais o próprio transportador esteja envolvido, provocando perdas ou danos nas mercadorias ou bens. São casos de colisão e/ou capotagem, abalroamento, tombamento do veículo transportador, além de incêndio ou explosão. Ou seja, os danos causados à carga transportada com cobrança de frete, quando o transporte é feito em veículos automotores rodoviários autorizados pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), conforme a Copat (Coordenação de Seguros Patrimoniais, Habitacionais, de Automóveis e de Transportes) e a Susep (Superintendência de Seguros Privados).

 

O presidente da Comissão de Transportes da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Alexandre Leal, explica que se trata de um seguro de reembolso, já que os bens e as mercadorias são de propriedade de terceiros. Segundo a regra, o transportador é responsável por pagar ao proprietário o bem ou a mercadoria avariada, e também solicitar o reembolso do RCTR-C junto à seguradora que detém a apólice.

 

O seguro RCTR-C não cobre roubo, furto ou desaparecimento da carga. Para ter estas coberturas, o transportador deve contratar, facultativamente, o seguro RCF-DC (Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga), regulado pela Circular Susep 422/2011. Ele cobre basicamente a perda ou o dano dos bens e mercadorias quando transportados em função do risco de desaparecimento total ou parcial da carga junto com o veículo; apropriação indébita, estelionato; furto simples ou qualificado; extorsão simples ou sequestro. Neste caso, informa Leal, o transportador repõe o bem ou a mercadoria ao proprietário e solicita o reembolso para a seguradora.

O limite máximo de indenização, nos dois tipos de seguros, equivale ao valor da carga transportada por viagem do veículo. A Susep salienta que detalhes, como espécie de carga, quantidades, valor, destino, notas fiscais e datas devem ser informados antes da saída do veículo à seguradora. O procedimento é chamado de averbação. Geralmente, tanto o RCF-DC como o RCTR-C são contratados com vigência anual.

Para acessar os seguros, o infortúnio deve ser comunicado à seguradora, que envia seus representantes. Normalmente, quando fica claro que a responsabilidade é do transportador, a indenização é paga ao terceiro prejudicado, ou seja, ao dono da carga. Nesse caso, ocorrerá um acordo entre as partes, sem a necessidade de recorrer à Justiça, Contudo, caso não haja o acordo, a Justiça deve ser acionada.

A Fenseg explica que o preço do RCTR-C depende das regiões nas quais o transportador faz suas viagens. Portanto, não há como definir um custo médio. O preço do RCF-DC pode variar de acordo com trajeto, mercadoria ou bem, valor e risco.

Existe também o seguro de transportes que, na prática, também é obrigatório, mas para o dono da carga que for pessoa jurídica. Essa modalidade paga a indenização dos danos sofridos pela carga. No caso do sinistro ter sido causado pelo transportador, a seguradora responsável pelo transporte busca o ressarcimento junto à seguradora do RCTR-C e do RCF-DC. Em geral, este esquema funciona independentemente de haver acordo prévio entre as partes sobre as indenizações a serem pagas pelos seguros RCTR-C e RCF-DC, analisa a Copat.

Ford Trucks apresentará novo caminhão extrapesado em setembro

A Ford Trucks apresentará em setembro, durante 67° IAA Commercial Vehicles em Hannover, de 20 a 27 de setembro de 2018 um inédito modelo extrapesado, voltado para aplicações rodoviárias de longas distâncias.

Em desenvolvimento desde 2013, o inédito cavalo-mecânico chegará ao mercado europeu com objetivo de competir com os já consagrados modelos rodoviários DAF, MAN, Mercedes-Benz, Scania e Volvo. Para isso o novo extrapesado contará com um desing europeu moderno e arrojado, com destaque para uma grande imponente e detalhes que remetem ao mais recente modelo FH e totalmente diferente dos atuais modelos da linha cargo. Destaca-se ainda a presença de uma cabine de 2,5 m de largura com piso plano.

Além do desing inédito, o novo extrapesado Ford contará com uma nova versão do motro Ecotorq de 12,7 litros e 500 cavalos de potência. Segundo a montadora, a nova motorização é mais eficiente em termos de combustível do que as versões de 420cv e 480cv oferecidas no cargo.

Ainda segundo a Ford, nos 18 primeiros meses de comercialização, o modelo contará ainda com transmissões TraXon da ZF. Já em 2020, a Ford Trucks irá lançar a sua própria transmissão de 2 pedais. Precisamos ser competitivos e desenvolver nossa própria caixa de câmbio, isso nos dará uma vantagem de custo”, revelou Commercial Motor, Emrah Duman, diretor de mercados internacionais, enfatizou que o novo caminhão será um produto da Ford fabricado na Turquia, e não um caminhão truco. “Não haverá mais sete modelos, haverá oito. E temos ambições de entrar em todos os mercados em que eles estão presentes”, revelou.

A Ford Trucks encerrou 2017 com a presença de 29 países. Para 2018 a expectativa é de aumentar a presença para até 41 países, o que inclui a maior parte da Europa. Até 2020, quando estiver presente em 50 países, a marca espera que 50% de suas vendas estejam na Europa.

 

Texto: Lucas Duarte

Com informações: Commercial Motor

Blog Caminhões e Carretas

6 erros que você não pode cometer ao amarrar sua carga

Saiba quais são as principais formas de amarração de cargas que estão proibidas pela Resolução 552/2015.

 

  1. Fixar os pontos de amarração somente no piso de madeira.

 

  1. Utilizar cordas como dispositivo de amarração de carga. Isto só é permitido para fixação da lona de cobertura em casos específicos.

 

  1. Usar lonas laterais como estrutura de contenção da carga no caso de baú lonado (tipo “sider”).

 

  1. Circular com cargas que ultrapassem a altura do painel frontal e corram o risco de deslizamento longitudinal da parte da carga que está acima do painel frontal.

 

  1. Utilizar dispositivos de amarração em pontos de madeira ou, mesmo sendo metálicos, que estejam fixados na parte de madeira da carroceria, exceto para lona de cobertura.

 

  1. Passar os dispositivos de amarração pelo lado externo das guardas laterais. Isto só pode ser feito se a carga ocupar todo o espaço interno da carroceria e estiver apoiada ou próxima das guardas laterais ou dos seus fueiros, impedindo a passagem dos dispositivos de amarração por dentro das guardas.
Comissão sugere implantação de áreas de escape no Anel Rodoviário de BH

Áreas de escape poderão evitar os frequentes acidentes com caminhões na via que corta a capital mineira

Com o objetivo de reduzir os constantes acidentes envolvendo caminhões no Anel Rodoviário de Belo Horizonte, Minas Gerais, a Comissão Parlamentar Especial de Estudo sobre a via sugeriu a construção de áreas de escape no trecho que corta a capital mineira e interliga as principais rodovias do estado, a BR-040 e a BR-381.Ler Mais

Volvo prepara série especial em comemoração aos 25 anos da linha FH

Modelo consagrado da marca sueca já se aproxima da marca de 1 milhão de unidades comercializadas em todo o mundo

 

Com objetivo de celebrar os 25 anos da consagrada linha de caminhões FH, a Volvo relevou recentemente através das redes sociais uma nova série especial. Imagens divulgadas nesta semana, mostram pouquíssimos detalhes, como por exemplo, duas opções de cores, bordô (vermelho escuro) ou prata, com plaquetas de identificação que trazem a inscrição “25 years edition”.Ler Mais

Conheça a ferramenta que garante economia e renda extra a caminhoneiros

Conheça o aplicativo que aproxima embarcadores e transportadores através de mais de 20 mil ofertas mensais de fretes

Economia, redução de custos, redução da ociosidade, lucro e renda extra, são fatores fundamentais no transporte rodoviário de cargas, seja ele realizado por grandes transportadoras ou caminhoneiros autônomos.

Para se alcançar estes fatores a presença da tecnologia tem sido fundamental no cotidiano das operações de transporte de cargas, especialmente nas negociações entre embarcadores e transportadores.

Cientes da importância e das facilidades proporcionadas pela tecnologia, caminhoneiros autônomos passaram a adotar os smartphones como um das principais ferramentas no dia a dia da profissão de motorista. Fato este confirmado por uma pesquisa recente da Confederação Nacional do Transporte (CNT) que revelou um crescente uso da internet e de celulares/smartphones no transporte rodoviário de cargas. Segundo o levantamento, cerca de 65,9% dos caminhoneiros já usam a internet diariamente.

Diante das novas necessidades que sugiram após o crescente emprego da tecnologia nas operações de transporte de cargas, nasceu o aplicativo Brasil Fretes, um sistema rápido, amigável e eficiente que facilita diariamente as negociações entre embarcadores de carga e transportadores.

Com mais de 100 mil downloads, o aplicativo Brasil Fretes se destaca pela versatilidade de acesso, uma vez que permite ao usuário optar pelo uso na web, por aplicativos para Android e iOS e também via webapp, agora o caminhoneiro tem o aplicativo no navegador do celular.

O elevado número de fretes divulgados mensalmente proporciona ainda ao caminhoneiro autônomo uma oportunidade de renda extra, uma vez que se reduz as chances do caminhão rodar vazio e se oferece uma ampla variedade de cargas de retorno de acordo com a localização e tipo de carroceria do veículo.

Outro grande diferencial da plataforma é a possibilidade de negociação entre embarcadores, transportadores e caminhoneiros autônomos. Enquanto uma empresa insere uma demanda, um transportador insere uma oferta de frete e manifesta interesse na carga. A negociação é aberta para os usuários por meio de chat, agilizando a negociação e gerando ganhos em cada oportunidade de negócio. Otimizando assim o processo de contratação de fretes tanto para embarcadores quanto para transportadoras.

A plataforma que já conta com mais de 68 mil downloads não têm custos para o usuário (Download e uso gratuito). A plataforma é sustentada com parcerias comerciais, que possibilitam aos usuários desfrutar do serviço de forma gratuita.

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Brasil Fretes: Um negócio baseado na experiência
No comando do Brasil Fretes está Francisco Lavor, um dos maiores empreendedores do agronegócios no país, fundador de diversas empresas como a Corretora União e a CBC Agronegócios.

De acordo com o empresário, a tecnologia surgiu das necessidades de logística identificadas na longa experiência da União Corretora no agronegócio, sendo pensada para o embarcador, transportador, caminhoneiro e cliente final.

Eixo erguido de caminhão vazio é isento de pedágio

Caminhões vazios têm por hábito trafegar com ao menos um eixo levantado, para evitar o desgaste dos pneus e reduzir os gastos com pedágio, já que a cobrança é feita por eixo. Mesmo assim, diversas estradas ainda mantinham a cobrança, que agora foi suspensa, de fato, em todo o país. As concessionárias, no entanto, ainda aguardam definições sobre seus contratos com os Estados.

A Lei Federal nº 13.103/15, chamada de Lei dos Caminhoneiros, diz que esses veículos, quando vazios, não pagam pedágio sobre eixos suspensos ou erguidos. Mesmo assim, a cobrança foi mantida em algumas rodovias estaduais, como é o caso de São Paulo e Mato Grosso. Acabar com essa cobrança era uma das demandas dos caminhoneiros durante a greve.

Com a Medida Provisória nº 833, publicada agora em 27 de maio, o governo federal acrescentou na lei que a isenção vale “em todo o território nacional”. A regra começou a vigorar no mesmo dia.

Em SP, a suspensão da cobrança começou em 1º de junho. São Paulo tem 8,3 mil quilômetros de vias no Programa de Concessões Rodoviárias e todas as praças suspenderam a cobrança. Em Mato Grosso, a MT-130 é a única rodovia estadual com cobrança de pedágio. Na BR-163, que corta o estado, a cobrança foi suspensa em 2015.

A Associação Brasileira de Concessionárias de Rodovias (ABCR) informou que as concessionárias já passaram a aplicar os direcionamentos da Medida Provisória 833. No momento os estados aguardam a definição de como será feita a reposição da isenção dos eixos erguido.

Segundo a ABCR, os poderes concedentes, ou seja, os órgãos estaduais de gestão das rodovias, analisam as especificidades de cada contrato, como fluxo de caminhões, tempo de concessão, programa de investimentos, etc.

O reequilíbrio das concessionárias se dará ou pela extensão do contrato ou aumento da tarifa. Em 2015, a Agencia Nacional de Transporte Terrestre optou pelo reajuste de tarifas para todos os usuários, que variou conforme o contrato.

Apenas São Paulo já definiu como será realizado o reequilíbrio econômico-financeiro dos contratos.

Projeto Canal Verde

O Maranhão foi o primeiro Estado da Federação a participar do Projeto Canal Verde. O projeto, que prevê a instalação de chips em caminhões com o propósito de identificação dos veículos e das mercadorias transportadas, já se encontra em atividade no Estado.

A medida representa redução substancial de tempo e recursos financeiros no transporte de mercadorias, o que significará redução do custo final do produto. Segundo o secretário de Estado da Fazenda, Marcellus Ribeiro Alves, a adesão das transportadoras ao projeto Canal Verde vai reduzir o tempo e o custo que elas têm com o transporte. “Os valores para a implantação do sistema são baixos (cerca de 7 dólares por caminhão) o que possibilita o acesso de todos os contribuintes à nova tecnologia”.

Com o objetivo de dar prosseguimento ao projeto, a Secretaria da Fazenda publicou a Portaria nº 293/17, determinando aos contribuintes que exercem a atividade de Transportadora de Cargas, realizarem o credenciamento na condição de Fiel Depositária.

De acordo com a Portaria, as transportadoras se comprometem em assumir a responsabilidade pelo imposto e acréscimos legais relativos às operações e prestações com crédito tributário reclamado em Termo de Verificação de Irregularidade e Infração Fiscal (TVI/IF) ou por meio de documento de arrecadação estadual (DARE).

O credenciamento somente será concedido, mantido ou renovado, a partir de 01 de outubro de 2017, às transportadoras que tiverem aderido ao Canal Verde Brasil Id.

Para mais informações sobre os procedimentos para credenciamento, acesse: https://sistemas1.sefaz.ma.gov.br/portalsefaz/files?codigo=10863

 

Fonte: www.ma.gov.br

Caminhões antigos precisam ser adaptados para nova resolução da amarração de cargas
Em vigor desde o início do ano, a resolução 552/15 do Contran ainda gera dúvida entre os caminhoneiros. Essa resolução fixa os requisitos mínimos de segurança para o transporte de cargas em veículos de carga, tratando principalmente dos tipos permitidos para fixação das cargas nas carrocerias.
Com a nova resolução, os caminhões antigos passam a ser obrigado a se adequarem, oferecendo pontos de fixação metálicos, não sendo permitido amarrar a carga em travessas de madeira, ou mesmo nos ganchos das pontas das travessas. Por isso os caminhões precisam ser adequados à nova legislação, recebendo adaptações para correta fixação da carga.
Outro ponto importante é a proibição do uso de cordas para fixação da carga. A partir de agora, todas as cargas devem ser fixadas com cintas têxteis, cabos de aço ou correntes, dependendo do tipo de carga. As cordas são permitidas apenas para fixação da lona do veículo.
Já para cargas indivisíveis e outras que tenham legislação própria quanto ao transporte, a Resolução 552/15 não se aplicam. Para transporte de cargas que tenham largura menor que a carroceria, a amarração deve ser feita por dentro da carroceria, em pontos de fixação metálicos presos no chassi do caminhão.
A resolução na íntegra pode ser lida aqui.
Fonte: Portal NTC
Avanço da colheita ainda pode elevar os preços do Frete

 

Com o avanço da colheita da soja no Brasil, mesmo que de forma mais lenta na de temporada 2015/16, os produtores começam agora a colocar em prática suas estratégias de logística para que a entrega de seu produto seja efetivada. E a variação dos preços dos fretes é acompanhada dia a dia, principalmente porque a oleaginosa disputa a oferta do serviço com outros itens que seguem sendo direcionados para os portos.

A dinâmica da movimentação da produção agrícola brasileira mudou a partir de 2012, quando a segunda safra de milho passou a ser maior do que a primeira, como epxlica o economista e pesquisador da Esalq/LOG, Samuel da Silva Neto. E a divisão clara que existia antes, com a soja sendo escoada no primeiro semestre e o açúcar no segundo, acabou comprometida.Ler Mais

COMO CONSEGUIR FRETES PARA A MINHA TRANSPORTADORA?

A internet revolucionou a forma como as pessoas interagem ao redor do mundo, tanto em relações pessoais quanto profissionais e entre consumidores e marcas. A facilidade de acesso à informação proporcionada por essa revolução tornou o consumidor mais informado e, consequentemente, mais exigente e com expectativas maiores. Com isso, os modelos antigos de comunicação e vendas unilaterais não são mais eficazes, é preciso se atualizar constantemente e investir em serviços diferenciados para trazer sucesso ao seu negócio.Ler Mais

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